sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Histórico da E.E.B. Joaquim Ramos


HISTÓRICO

A escola, criada na época com a denominação de Grupo Escolar Joaquim Ramos, está localizada na Rua Desembargador Pedro silva, nº 907, na cidade de Criciúma, Estado de Santa Catarina.


Foi criada pelo decreto Lei nº SEE/ 1127 de 15 de março do ano de 1962, no governo do Exmº Sr. Governador Celso Ramos.


Eram autoridades escolares em nosso município a Srª Geralda Becker Machado, delegada de ensino e Dionizia Knabben Benedet – Inspetora Escolar da então 11ª Circunscrição.


O prédio onde funciona a escola pertencia ao Governo Federal, tendo sido construído para o funcionamento da Escola Normal Rural, o terreno foi doado pelo Senhor Ascendino Gustavo da Luz e sua esposa Carolina Verdiere Benedet em 24/10/1949.


Como a Escola Rural acabou não funcionando o prédio foi cedido em caráter de empréstimo para as Irmãs do Colégio Madre Teresa Michel e logo que foi desocupado foi doado para o governo Estadual, sendo ocupado no ano seguinte com a criação do Grupo Escolar “Joaquim Ramos”. Em anexo à escola funcionava o Curso Normal Regional “Elpidio Barbosa”, que mais tarde por determinação do então secretário da educação, Exmº Sr. Elpídio Barbosa, passou a denominar-se Padre Manoel Bernardes.


As instalações físicas do prédio, na época, apresentavam várias deficiências como: ausência de água, luz, falta de mobiliário e necessitava de reparos urgentes no telhado e nas instalações sanitárias.


Sua primeira diretora foi a Srª Dinah Destri Duarte, seus primeiros alunos foram transferidos do Grupo escolar Professor Lapagesse, bem como boa parte do seu corpo docente.


Formaram o corpo docente do Grupo Escolar “Joaquim Ramos” em seu primeiro ano de funcionamento as professoras: Dinah Destri Duarte, Maria Adalvir Antoneli , Marlene de Borba Meller, Júlia Sinlede Freitas Burigo, Adeline Schmidt Daufendach, Dionizia Knabben Benedet, Júcelia Pichler, Maria do Carmo V. Neves, Wilma Conti Costa Shultz e Walquiria Luz Souza.


As primeiras serventes da escola foram: Mafalda Zapelini Ronconi, Ana Lodetti Colonetti, Laide Ramos Canto, Emília Ramos Colle e Gilda Margotti Milioli.


A partir do ano de 1963, removida a concurso, assumiu a Direção do Estabelecimento a Profª Clodildes Maria Martins Lalau que solicitou como auxiliar a Professora Adeline S. Daufenbach.


Neste ano forma-se a 1ª turma do C.N.R. Por Decreto nº SEE/10491 de 17/02/71 passou a Escola Básica, sendo então diretora a Srª Clodildes Martins Lalau, Secretária a Prof. Maria Francisca Moreira Wessler e Auxiliar de Direção as Professoras Júlia S.F. Búrigo e Walquiria Luz Souza.


A posse da Diretora e Secretária da Escola ocorreu em 06/09/1971, com a presença do professor Sidnei Pacheco C.R.E., Walmor Costa Dutra, Diretor Administrativo, Maria Inês Conti Victor chefe de CROP, Otavia Munir Bacha – Diretor Técnico da então 3ª Coordenadoria /regional de Educação.

Em 1973 a Escola funcionava nos três turnos, dando atendimento a 2056 alunos, sendo a maior Escola Básica da Região e a Segunda do Estado.

A escola passa a funcionar como integrada no segundo semestre de 1979, tendo como articulada a E.B. Coelho Netto, desenvolvendo as práticas de trabalho, atendendo dispositivos da Lei nº 5,692, preparando para os cursos Profissionalizantes.

A terceira diretora a assumir a então E.B. Integrada Joaquim Ramos, foi a Profª Rosemeri Silva Beloli em 1981.


Em 1985 a escola deicha de funcionar como integrada, no ano de 1986 pela portaria E 044/86 de 31/01/86 publicada no diário oficial de Santa Catarina nº 12.889 de 19/02/86, foi sustado o efeito da portaria E 139/15.09.82 quando então denominava-se Escola Básica Integrada Joaquim Ramos, voltando a categoria de Escola Básica.


Já em 21 de dezembro de 1985, a escola E.B. Joaquim Ramos, elege através do voto direto da comunidade escolar sua 4ª diretora, Profª Maria do Carmo Benedet.


Em 1990 foram eleitas para direção as professoras Elizabeta Maria Zanelatto Duarte e Maria Delcia Dário Colle.


Em 1992, pela portaria E 04/16/92 de 30/12/92, a Escola Básica Joaquim Ramos foi transformada em cólegio Estadual Joaquim Ramos. Através da portaria E 0479/92 de 30/12/92 publicada no diário oficial de SC nº 14599 de 02/01/93 foi autorizado o funcionamento do curso de Ensino Médio e Educação Geral.


No ano de 1992, teve início o curso de cerâmica, projeto desenvolvido pela professora Isis Maria Boeira Rocha.


Assumem a direção do Colégio em 04/03/1992, as professoras Lurdes Rosa Spiazzi Fabris e Nadir Joaquina Goulart Schudt. No ano de 1993 foi solicitado junto a secretária de educação a habilitação do curso técnico de turismo que começou a funcionar em 1994.


Em 1995 assumem a direção do colégio as professoras Maria Eliza e Alaides Piazza Alexandre, em 1996 assume a direção adjunta a professora Silvia Regina Ramos.


Assumiram a direção em 1998 as professoras Maria Sarita Vieira e Silvia Regina Ramos, ano em que foi iniciada a obra do recreio coberto e renovada a fachada da escola com ladrilhos coloridos.


Em 1999 foi concluída e inalgurada a obra do recreio coberto e criada a sala informatizada, neste ano as diretoras eram as professoras Salete Spritz Souza e Brenda Mari Búrigo.


No ano 2000 ocorreu o reordenamento do Ensino Médio e o colégio passou a denomina-se Escola de Educação Básica Joaquim Ramos, atenbdendo apenas alunos de pré a 8ª série.


Em 2001 foi construído o Hall de entrada da escola, no ano seguinte assumem a direção a professora Brenda Mari Búrigo e a orietadora Giseli Savi Freitas, ano em que foi construída a pista de atletismo.


Em 2003, assumiram a direção as professoras Silvia Regina Ramos e Aurélia Regina de Souza.


Atualmente a E.E.B. Joaquim Ramos conta com 895 alunos, da 1ª a 5ª série do ensino fundamental, da 6ª a 8ª série final do ensino fundamental e do 1º ao 3º ano do ensino médio e tem como diretora Gizele Borges Ferreira Nunes e assessoras de direção Ariadne da Rosa Oliveira e Daiane de Luca Pagani. 


Fonte:

Histórico da E.E.B. Joaquim Ramos, Dezembro de 1979.
Histórico da E.E.B. Joaquim Ramos, 13 de Fevereiro de 1986.
Histórico da E.E.B. Joaquim Ramos, 2003.












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